REFLEXÃO: O CUIDADO COM NOSSAS CRIANÇAS


Provérbios 22.6

"Gostaria de ter essa disposição de brincar" foram as palavras ditas a mim por Davi (um menino de apenas 11 anos) enquanto observava minha filha de 04 anos brincando.
Quando ouvi o que me dizia, indaguei sobre o porque também quanto tempo passava fazendo uso de celular ou videogame, tendo me afirmado que apenas não os utilizava em sala de aula ou quando seus pais o "obrigavam" a ter um momento em família.

Davi não é um caso raro. É comum ver crianças cada vez mais desmotivadas a brincadeiras, conversas ou qualquer aprendizado que demande esforço, como aconteceu com Davi.
Dois anos atrás, fui influenciada digitalmente por uma mãe de cinco filhos, os quais não faziam uso de TV, jogos ou qualquer tecnologia.

Intrigada, adquiri um livro de uma pesquisadora canadense e, a partir dali, tudo mudou. Decidi que minha filha, que na época tinha apenas dois anos e assistia TV diariamente na hora das refeições ou quando precisa e vamos fazer qualquer coisa que seja e que a atenção que nos era requerida por ela, de certa forma, atrapalharia.

Não demorou muito para colher os resultados. Rebeca passou a brincar mais tempo com os brinquedos, a se interessar por leitura, inclusive longas e, o melhor de tudo, se encantar com a realidade, com as coisas pequenas da vida.
É através da curiosidade que as crianças aprendem e, quando não há esse elemento, qualquer aprendizado se torna desinteressante e monótono (imagine os cultos então).

Quero lhe incentivar a resgatar isso em seu filho ou filha, a ter mais tempo de qualidade, olhos nos olhos, leituras, cultos domésticos. Os pequenos precisam ver Deus em n?ós, mas se seus olhos estão voltados para as telas, o que verão?

"Eis me aqui".

Fernanda B.V Moraes
Igreja Metodista em Matinhos

OBS: Solicitei à irmã Fernanda que escrev